“Sou o Joe Marchenko, tenho 24 anos, nascido e criado em Gibraltar. Aos 18 anos me mudei para a Wales e passei 4 anos lá estudando engenharia, mas descobri que a Grã Bretanha não era pra mim, então decidi me mudar para um lugar mais ensolarado (risos) – e aqui estou, em Barcelona. No momento faço mestrado em Engenharia de Arquitetura Sustentável, Sustentabilidade no Meio Ambiente na verdade, porque sinto que é algo muito importante para o futuro, e para o presente também, espero que eu consiga fazer meu melhor para o meio ambiente.”

O que significa ser Gibraltino para você?

Antes de tudo, eu tenho muito orgulho de ser Gibraltino, só pelo fato de ser um lugar bem pequeno e único. Não exitem muitos de nós, então sempre que encontro alguém e falo que sou de Gibraltar eles falam “oh, você é o primeiro gibraltino que eu conheço!” (risos).

Gibraltino é ser corajoso, por ser um lugar tão pequeno e a gente ter conseguido manter a nossa cultura e nacionalidade por 300 anos. É tão pequeno e mesmo assim conseguimos nos manter de pé e não ser empurrados, conquistados ou derrotados pelos mais fortes. Então espero que eu leve essa mentalidade comigo, para que eu possa ter essa coragem e orgulho comigo também.

Porque você escolheu Victoria Stadium como o local para o ensaio?

Bem, primeiramente você veio para Gibraltar para fazer o nosso Kickstory aqui, porque obviamente significa muito mais do que fazer em qualquer outro lugar, essa é a nossa casa. Mas eu escolhi o Victoria Stadium pois comecei a praticar esportes aqui aos 6 anos, corri e joguei muito futebol, eu já pratiquei muito esporte nesse campo. Em termos de Estádio, ele é o mais pitoresco que já vi, com toda certeza. Não é o maior, mas o fato de ter essa gigantesca pedra de calcário imponente atrás dele, é bem impressionante.

Qual sua relação com tênis no geral?

Eu nunca fui sneakerhead mas eu sempre comprei tênis, lembro de comprar um Puma bem chamativo da Ferrari e um azul claro também. Tênis são essenciais, eles estão sempre no meu pé, então quero garantir que sempre vou estar usando algo bem dahora e confortável.

Eu não lembro o momento específico de quando comecei a gostar tênis, talvez tenha sido quando comecei a jogar Futebol no Victoria Stadium. Cada um trazia a sua chuteira – essa era a sua chance de ver a chuteira do outro e ver qual você queria ter, como a Total 90, que cheguei a ter a versão preta e amarela. Lembro também de ter uma Adidas f50, eu queria só com os detalhes rosas, os cadarços e a sola eram rosas também.

Teve uma vez que eu fui comprar um Nike na rua principal de Gibraltar e eles custavam mais de £100 na época – minha mãe não ficou nada feliz, mas eu queria muito eles – a gente acabou comprando o tênis mas nem valeu a pena, não durou nada.

Qual sua relação específica com esse Nike Janoski Max?

Esse foi o primeiro tênis que comprei quando cheguei em Barcelona, um ano e meio atrás. Eu já tinha um Janoski, mas não essa versão Max. Lembro de ver umas com o estilo parecido, mas era diferente do que eu já tinha. Foi o primeiro tênis que eu vi que não tinha língua…eles são muito confortáveis e curti muito o visual deles.

Hoje em dia eu estou com só três pares e eu raramente alterno entre eles, fico com as cores mais para o bege, marrom e preto, bem diferente do meu Puma da Ferrari. (risos)

Nike SB Stefan Janoski Max
Dono: @frenchfjords
Comprado: 2016